Pesquisa da Alelo traça perfil financeiro dos trabalhadores de Florianópolis

Estudo realizado em parceria com o IBOPE CONECTA mapeou o comportamento de trabalhadores – empregados e desempregados – na cidade de Florianópolis

 

São Paulo, 26 de março de 2018 – Buscando conhecer cada vez mais o comportamento e hábitos dos trabalhadores brasileiros – empregados e desempregados - diante dos altos e baixos da economia do País, a Alelo, bandeira especializada em benefícios e gestão de despesas corporativas, em parceria com o IBOPE CONECTA, realizou a Pesquisa Alelo Hábitos Financeiros dos Brasileiros. O estudo inédito foi realizado na cidade de Florianópolis e mapeia o impacto nos orçamentos e que soluções estão sendo buscadas por milhares de trabalhadores.

 

A pesquisa ouviu 2.810 pessoas das classes ABC, sendo 45% homens e 55% mulheres, entre 18 e 65 anos e residentes de 11 capitais brasileiras, havendo 5% da amostra em Florianópolis. Entre os entrevistados de todo o Brasil, 77% estão empregados, 18% desempregados e 5% são estudantes.

 

 

Mercado de trabalho

 

A pesquisa apontou que 19% (abaixo da média nacional) dos trabalhadores de Florianópolis trocaram de emprego nos últimos 12 meses. A grande maioria (81%) não mudou de emprego durante esse período. Destes, 51% (acima da média nacional) foi promovido ou recebeu algum aumento salarial.

 

 

Benefícios que recebem

 

17% dos entrevistados de Florianópolis que estão empregados, afirmam não receber nenhum benefício. Entre os que recebem, o vale-alimentação é o mais recebido (50% - acima da média nacional), seguido de vale-transporte e plano de saúde (ambos com 49%) e vale-refeição (23% - abaixo da média nacional). O plano odontológico soma 19% dos respondentes (abaixo da média nacional), 12% afirmam receber PPR/Bônus, 5% vale-combustível, 9% auxílio creche, 4% cartão para adiantamento salarial e 5% auxílio educação.

 

Para 15% dos trabalhadores florianopolitanos que recebem vale-alimentação, o benefício representa de 90% a 100% da despesa mensal com supermercado.

 

 

Pausas para almoço

 

76% dos respondentes de Florianópolis afirmam que as pausas para almoço continuam iguais (acima da média nacional). Já para 17%, estão menores (abaixo da média nacional). Apenas 6% têm pausas mais frequentes.

Ainda sobre o uso do tempo durante o intervalo para almoço, 44% (acima da média nacional) dos trabalhadores utilizam o horário apenas para fazer refeições. O restante dos entrevistados aproveita de outras maneiras: 29% vão ao banco/pagar contas (abaixo da média nacional), 15% (abaixo da média nacional) estudam, 20% fazem compras, 5% vão ao médico, 2% a manicure/pedicure e 1% frequentam a academia.

                                                                                                                

Plano B em caso de demissão

 

Como um plano B, 22% dos trabalhadores brasileiros de Florianópolis já mantêm atividade de renda extra e 14% possuem outra fonte de renda além do salário (aluguel, rendimento, pensão). Porém, 37% afirmam não ter nenhum plano B em caso de desemprego (acima da média nacional).

 

 

Impactos da crise

 

Segundo a Pesquisa Alelo Hábitos Financeiros dos Trabalhadores Brasileiros, a crise econômica impactou financeiramente 85% dos brasileiros. Na cidade de Florianópolis, 65% (abaixo da média nacional) tiveram que cortar despesas; 18% (abaixo da média nacional) dos entrevistados se endividaram; 13% pediram dinheiro emprestado para amigos/familiares, 10% resgataram investimentos, 2% venderam o carro/moto e 4% pediram adiantamento salarial. Entretanto, 22% deles afirmam que não foram afetados pela crise, valor de destaque visto que está acima da média nacional.

Entre os que precisaram cortar despesas, a maioria (78% - acima da média nacional) passou a consumir produtos de marcas mais baratas e 64% parou de sair para comer fora com menos frequência. 60% (acima da média nacional) passaram a comparar preços antes de fazer compras; 44% deixaram de viajar; 47% abriram mão de hobbies; 61% (acima da média nacional) passaram a ir em mercados mais baratos e que oferecem mais promoções; 44% (acima da média nacional) deixaram de ir ao cinema e 36% (acima da média nacional) mudaram o plano do celular para um mais barato.

 

A maioria dos entrevistados (51% - acima da média nacional) não teve que cortar gastos para comprar medicamentos, porém 16% (abaixo da média nacional) tiveram que usar o dinheiro que estavam economizando e 25%     comprar remédios. A maioria dos florianopolitanos (60%) não buscou métodos alternativos de tratamento para economizar com remédios (acima da média nacional).

 

O cenário econômico diminuiu a frequência com que as famílias faziam as compras de mercado: 42% costumavam ir toda semana, hoje o número caiu para 13%; 24% costumavam ir a cada quinze dias, agora o número está em 26%; 8% (abaixo da média nacional) costumavam fazer compras uma vez ao mês e este número cresceu para 32% (acima da média nacional).

 

 

Gastos escolares

 

Dentre os pais de Florianópolis que tiveram dificuldades com os gastos escolares dos filhos: 18% (abaixo da média nacional) afirmaram ter dificuldade em comprar material escolar; 9% tiveram que mudar para uma escola mais barata; 12% tiveram que cortar atividades físicas (balé, futebol, natação) e extracurriculares (inglês, reforço). Contudo, 67% não tiveram dificuldade com os gastos de educação dos filhos (acima da média nacional).

 

 

Gestão do orçamento familiar e investimentos

 

Cerca de 82% dos brasileiros costumam fazer a gestão do orçamento familiar – a maioria (62%) faz há mais de um ano. Em Florianópolis, 44% dos trabalhadores sempre fazem essa gestão, 38% fazem de vez em quando e 18% não fazem.

 

Dentre os entrevistados da classe A, 27% não ultrapassam o limite que definiram; 57% ultrapassam às vezes; 9% sempre ultrapassam e 6% não definem o limite de gastos.

 

Quanto ao formato que utilizam para fazer os cálculos, 45% dos florianopolitanos (acima da média nacional) usam uma planilha e 45% fazem a gestão do orçamento no papel (abaixo da média nacional). Apenas 11% dos entrevistados utilizam aplicativos.

 

 

Comparação de preços

 

Na comparação por preços mais em conta, 49% dos florianopolitanos (abaixo da média nacional) afirmam que vão em diversas lojas antes de fazer uma compra, enquanto 57% usam sites comparativos de preços e 57% entram nos sites das lojas que pretendem comprar; 34% buscam em sites de promoções e folhetos; apenas 4% não comparam preços.

 

Esta é a primeira edição da Pesquisa Alelo Hábitos Financeiros dos Trabalhadores Brasileiros. O levantamento chega para complementar uma série de pesquisas já publicadas pela companhia. Em 2016 a Alelo lançou a Pesquisa Mobilidade Alelo e em 2015 e 2014 divulgou a Pesquisa Alelo Hábitos Alimentares do Trabalhador Brasileiro.

 

Sobre a pesquisa

 

A Pesquisa Alelo Hábitos Financeiros dos Brasileiros ouviu 2.810 pessoas das classes ABC, sendo 45% homens e 55% mulheres, com idade de 18 a 65 anos e residentes em 11 localidades do Brasil – São Paulo (região metropolitana e interior), Rio de Janeiro (região metropolitana e interior), Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, Recife e Salvador. Entre os entrevistados, 77% estão empregados, 18% desempregados e 5% são estudantes

 

Sobre a Alelo

 

A Alelo é uma bandeira especializada em benefícios para os segmentos de alimentação, cultura, transporte e saúde. Com mais de quatorze anos de história, é, desde 2013, líder no setor de benefícios pelo Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) do Ministério do Trabalho e Emprego. A Alelo conta com a confiança de 100 mil empresas-clientes, 8 milhões de usuários e com a maior rede de estabelecimentos comerciais afiliados do Brasil. Entre os produtos e serviços oferecidos, estão Alelo RefeiçãoAlelo AlimentaçãoAlelo NatalAlelo ProntoAlelo CulturaAlelo AutoAlelo Vale-TransporteAlelo Flex Car e cartões pré-pagos Alelo DespesasAlelo Pagamentos e Alelo Premiação.


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Larissa Normande - 11 3165-9596 / 99370-2761 – 

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