
Novas lideranças: qual o perfil e como capacitar gestores para o que as empresas precisam agora?
Lideranças com capacidade de entregar resultados ganham a preferência em 2026 depois de um período focado no desenvolvimento de soft skills.
Meu Alelo
Portal Meu AleloPara estabelecimento
Portal Meu ECPara RH
Alelo Alimentação, Alelo Refeição, Alelo Multibenefícios, Alelo Natal e Alelo Cultura
Pesquisas mostram que uma alimentação adequada pode aumentar de 20 a 25% a produtividade dos colaboradores. Saiba mais com a Alelo!

Seu time está desanimado? O colaborador parece sem energia ou sem engajamento? Se a resposta for sim, vale considerar um fator muitas vezes negligenciado: a alimentação.
Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), os hábitos alimentares têm relação direta com a produtividade, influenciando desde a capacidade de concentração até os índices de absenteísmo nas empresas.
Uma pesquisa da Onlinecurrículo de 2024, realizada com 500 brasileiros, mostrou que 57% dos trabalhadores priorizam refeições práticas e rápidas durante a jornada, como sanduíches (30%), salgados assados (27%), frituras (18%) e doces (18%).
Embora funcionais no curto prazo, essas escolhas impactam diretamente a saúde, os níveis de energia e o rendimento ao longo do dia. Ainda segundo o levantamento, apenas 63% dos entrevistados afirmam manter uma alimentação balanceada.
Para o setor de Recursos Humanos (RH), esses números acendem um alerta: a comida, muitas vezes tratada como questão individual, tem efeitos coletivos claros sobre produtividade, bem-estar e clima organizacional. Já parou para refletir sobre esse impacto?
Pensando nisso, preparamos um conteúdo completo para que seu RH seja cada vez mais estratégico, considerando todo o contexto do colaborador a fim de reter talentos, engajar a equipe e garantir produtividade e bem-estar.
Vamos nessa?
Parece que não, mas o ambiente corporativo exerce forte influência sobre as escolhas alimentares: a praticidade, a influência das companhias, a desorganização e até mesmo a alimentação como “recompensa” pelo estresse.
É exatamente isso que mostra a pesquisa da Onlinecurrículo, que identificou os principais fatores que levam os trabalhadores a optarem por refeições menos saudáveis durante o expediente.
De acordo com os dados da pesquisa, os fatores são:
Estudos internacionais reforçam a relação entre alimentação e rendimento de forma bastante consistente.
Pesquisas da Harvard School of Public Health, por exemplo, identificaram ganhos de até 25% na produtividade entre trabalhadores que mantêm uma alimentação saudável.
Outro dado relevante vem de um estudo da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, que analisou o comportamento de 20 mil trabalhadores. O resultado apontou que pessoas com hábitos alimentares ruins são 66% mais propensas a apresentar queda de rendimento quando comparadas àquelas que seguem uma dieta equilibrada.
Enquanto isso, a Organização Internacional do Trabalho estima perdas de até 10% na produtividade em ambientes onde predominam hábitos alimentares inadequados. Ainda, a Organização Mundial da Saúde (OMS) associa uma boa nutrição à redução de doenças crônicas, menor número de afastamentos e melhor desempenho cognitivo.
Em vista de todos esses dados, parece claro o impacto da alimentação no ambiente corporativo, não é mesmo?
Além do desempenho individual, manter hábitos alimentares saudáveis influencia diretamente a saúde mental no trabalho.
Longos períodos sem se alimentar, excesso de cafeína ou consumo frequente de ultraprocessados estão associados a oscilações de humor, aumento da irritabilidade, queda de foco e até mesmo da memória, além de uma sensação constante de cansaço (comida é energia!).
Para o RH, esses efeitos aparecem constantemente no dia a dia como conflitos interpessoais, dificuldade de engajamento, aumento do turnover e desgaste do clima organizacional. Ou seja, não dá para negligenciar!
Um RH estratégico entende que produtividade não se constrói apenas com metas e cobrança, mas com condições para que as pessoas performem bem - e que começa, também, na alimentação.
Garantir auxílios que ajudem seu colaborador a manter hábitos alimentares saudáveis deixa de ser um benefício acessório e passa a integrar as políticas de bem-estar, saúde e experiência do colaborador.
Mas como fazer isso? Em um primeiro momento, é fundamental compreender a realidade da sua empresa e dos seus profissionais. Algumas perguntas-chave para iniciar a resolução são:
Empresas que ignoram o impacto da comida no trabalho tendem a lidar apenas com os sintomas: baixa produtividade, absenteísmo e desmotivação. Já aquelas que encaram a alimentação como parte da estratégia de gestão de pessoas demonstram maior maturidade organizacional.
No estágio de reconhecimento do problema, a pergunta central para o RH não é apenas “qual benefício oferecer?”, mas sim “o ambiente de trabalho favorece ou dificulta escolhas que sustentam saúde, energia e desempenho?”, alinhando essa realidade aos benefícios oferecidos pela organização.
Diante dos impactos comprovados da alimentação na saúde, no bem-estar e na produtividade, os benefícios corporativos voltados à alimentação seguem como essenciais na esteira de auxílios.
Vale-alimentação, vale-refeição ou modelos de benefícios flexíveis funcionam como ferramentas concretas para apoiar escolhas mais equilibradas no dia a dia de trabalho, respeitando diferentes rotinas, perfis e contextos dos colaboradores.
Ao garantir acesso contínuo à alimentação, esses benefícios contribuem para reduzir improvisos, longos períodos em jejum e a dependência excessiva de lanches rápidos, fatores frequentemente associados à queda de energia e de concentração ao longo da jornada.
Atualmente, as soluções mais flexíveis ampliam a autonomia do colaborador, um aspecto cada vez mais valorizado na experiência de trabalho. Dessa forma, o profissional pode se organizar para decidir quando preparar sua própria refeição ou quando optar por um restaurante.
Para o RH, essa abordagem que garante autonomia se traduz em ganhos relevantes: apoio à saúde física e mental, prevenção de afastamentos, fortalecimento do engajamento e construção de um ambiente organizacional mais sustentável.
Acesse aqui e conheça as opções de benefícios flexíveis da Alelo! Para conferir mais conteúdos sobre o universo do RH, continue navegando por aqui.
Clique nas estrelas para dar sua nota:
Nenhuma avaliação até agora.
Seja a primeira pessoa a avaliar!