
Consultoria de imagem como estratégia de posicionamento profissional
A consultoria de imagem fortalece a presença profissional, melhora a comunicação visual e ajuda a transmitir mais confiança e credibilidade.
Meu Alelo
Portal Meu AleloPara estabelecimento
Portal Meu ECPara RH
Alelo Alimentação, Alelo Refeição, Alelo Multibenefícios, Alelo Natal e Alelo Cultura
No cenário da liderança atual, competências como comando, objetividade e extroversão estão presentes na maioria dos atuais. Saiba mais com a Alelo!

A liderança corporativa vem evoluindo ao longo do tempo, acompanhando as tendências e as novas habilidades do mercado de trabalho e da gestão.
Recentemente, a Febracis analisou cerca de 50,6 mil gestores brasileiros através de uma ferramenta de diagnóstico comportamental, revelando quais são as habilidades mais comuns entre líderes (diretores, gestores e gerentes) atuais.
Os números do levantamento da Febracis sobre as habilidades das lideranças são os seguintes:
A pesquisa apontou que a liderança atual apresenta um perfil comandante, objetivo, sobretudo na tomada de decisões, e extrovertido na comunicação, mas que ainda “peca” em competências fundamentais como planejamento, paciência e prudência.
Diante dessa realidade, surgem alguns questionamentos que precisam ser esclarecidos para o amadurecimento da gestão e o fortalecimento da atuação estratégica da liderança.
Caio Infante, vice-presidente da Radancy para a América Latina e cofundador da Employer Branding Brasil, nos ajuda a entender melhor esse tema.
Bora lá!?
Primeiro, vamos entender algumas características que integram cada perfil, e como eles se manifestam no comportamento, na tomada de decisões e quais efeitos exercem sob as equipes comandadas. Confira:
Líderes que têm comando são conhecidos pela firmeza nas tomadas de decisão e pela capacidade de assumir responsabilidades. Eles desenvolvem ideias, direcionam e delegam para que as metas sejam cumpridas, além de apresentarem presença e postura marcantes.
Amados por seu carisma, os líderes extrovertidos se destacam pela energia e pela comunicação empolgante, principalmente ao liderar e inspirar grandes grupos e equipes. São sociáveis e entusiasmados, firmes em suas decisões e não têm medo de assumir riscos.
Tendo um pouco dos dois perfis anteriores, os líderes objetivos são focados em motivar suas equipes a alcançar resultados, com comunicação clara e atenção ao desenvolvimento de talentos.
Delegam bem, são bons gestores de pessoas e se preocupam em distribuir feedbacks constantemente, buscando promover um ambiente produtivo, engajado e colaborativo.
Mesmo munidos de habilidades fundamentais no ambiente corporativo, líderes com perfis de comando, extroversão e objetividade precisam agir com moderação para não ultrapassarem limites, intimidarem ou atrapalharem a equipe que lideram.
A objetividade, por exemplo, pode fazer com que cobranças, avaliações de desempenho e feedbacks negativos sejam transmitidos de forma mais “bruta”, o que pode desestabilizar o colaborador, ressaltando a importância de que a comunicação seja assertiva, mas também empática.
“Trabalho em uma empresa americana e estive na China palestrando recentemente e vejo que os chineses são mais pragmáticos neste sentido. E é um traço cultural, ou seja, não falamos sobre líderes ou determinada área de atuação. São povos muito mais objetivos e ninguém se ofende ou fica chateado diante de decisões tomadas com base em fatos.”, comenta Caio.
Ele continua: “No Brasil, o desafio é outro, uma vez que lidamos de forma diferente levando em conta questões como o relacionamento ou até mesmo com a preocupação de chatear as outras pessoas.”
O levantamento da Febracis ressaltou que competências ligadas à consistência e ao desenvolvimento de processos bem estruturados apresentaram percentuais menores, o que é preocupante.
Lideranças com perfis voltados ao planejamento, à paciência e à prudência são fundamentais para a firmeza das decisões e para a condução estratégica das organizações.
“Este é o tipo de líder que não inspira confiança. Simples assim! Se não se tem clareza sobre para onde se está indo, se perguntas não têm respostas, se alguém pede ajuda e o líder nunca tem tempo e nem paciência de explicar alguma coisa duas vezes, tudo isso vai minando a confiança do time, que deixa de questionar e de produzir mais e melhor.”, comenta Caio.
Essa ausência de habilidades é prejudicial para o time, para o líder e para a empresa, pois compromete o desempenho de toda a equipe, fragiliza a tomada de decisões e impacta os resultados e o clima organizacional.
A liderança de 2026 e dos próximos anos exigirá equilíbrio entre comando e objetividade, aliados a planejamento, paciência e prudência, além de comunicação empática.
Serão necessários líderes proativos e dispostos a mudar quando preciso. “Já há alguns anos, que o desenvolvimento de liderança é um dos principais, senão o principal, desafio para os RHs e as empresas.”, comenta Caio.
O foco estará em decisões consistentes, na geração de confiança entre liderança e colaboradores e no desenvolvimento de pessoas, visando resultados satisfatórios no longo prazo.
Quer acompanhar mais conteúdos como esse? Então fique de olho no nosso blog e assine a newsletter Tudo RH.
Clique nas estrelas para dar sua nota:
Nenhuma avaliação até agora.
Seja a primeira pessoa a avaliar!