
Sinal de alerta para pequenas empresas: turnover alto traz custos, atrapalha os resultados e afasta os talentos
Fator de preocupação, turnover acima da média traz custos, atrapalha os resultados e afasta os talentos das empresas menores.
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Vale-alimentação e vale-refeição são benefícios que podem ser combinados para agradar os colaboradores e reter talentos

A essa altura, o setor dos Recursos Humanos (RH) já conhece bem as definições básicas: vale-alimentação é para compras para o dia a dia, vale-refeição é para refeições prontas.
Mas a questão real e estratégica é outra: qual deles faz mais sentido para o seu time, para o seu orçamento e para seus indicadores de satisfação?
Afinal, de nada adianta não olhar para as necessidades da sua equipe e sair oferecendo um benefício que não necessariamente é aquilo que o seu time precisa. E essa análise precisa estar na agenda do RH!
Em um cenário de modelos de trabalho híbridos, expectativas diferentes entre gerações e pacotes de benefícios cada vez mais personalizados, a resposta não é universal. E está bem longe de ser.
No entanto, sabemos que ter uma decisão estratégica é uma ação decisiva para retenção, motivação e eficiência financeira.
Foi pensando nisso que elaboramos esse conteúdo com informações e dicas de como escolher entre o vale-alimentação e o vale-refeição para engajar os colaboradores e reter talentos.
Vamos nessa?
Como sabemos, o vale-alimentação (VA) é um benefício destinado à compra de alimentos para consumo doméstico.
Ele é aceito em supermercados, açougues, padarias, hortifrutis, mercearias e outros estabelecimentos do setor alimentício.
Entre os objetivos de oferecer o VA ao time estão:
Já o vale-refeição (VR) é aquele tradicional, voltado ao pagamento de refeições prontas, como almoço ou jantar. Ele é aceito em restaurantes, lanchonetes, bares, cafeterias, serviços de delivery e outros estabelecimentos que servem refeições.
Os objetivos do VR são:
Sim, é importante ressaltar que o VA e o VR fazem parte do escopo do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que incentiva empresas a oferecerem benefícios alimentares a equipes por meio de isenções e vantagens fiscais.
Ainda que não sejam obrigatórios por lei, muitos acordos, convenções coletivas e políticas internas de empresas tornam o benefício obrigatório. Por isso, é essencial que o RH revise sempre:
Outro ponto importante para ressaltar é:
Saiba mais sobre o PAT acessando aqui.
Afinal, o que o RH deve levar em consideração ao definir o pacto de benefícios dos seus colaboradores? Alguns pontos importantes são:
Hoje, grande parte das equipes alterna entre presencial, remoto e híbrido. E isso muda o uso dos benefícios:
Empresas que tentam padronizar acabam frustrando parte do time, mas as que personalizam tendem a crescer em satisfação e engajamento.
Mesmo que os dois benefícios sejam isentos de encargos quando adequados ao PAT, o custo percebido pelo colaborador é diferente:
De modo geral, os colaboradores satisfeitos com seus benefícios tendem a:
Vamos, então, resumir qual faz mais sentido para as diferentes situações? Vale-alimentação funciona melhor quando:
A empresa tem muitos colaboradores em home office ou com rotina flexível;
Vale-refeição funciona melhor quando:
Analise informações, como: modelo de trabalho (presencial, híbrido ou remoto), faixa etária e hábitos alimentares, tempo disponível para refeições e regiões onde os colaboradores atuam. Mas faça isso a partir de pesquisas internas - ouça e conheça a necessidade da sua equipe!
Uma boa política de benefícios apoia o bem-estar físico e mental, reduz estresse financeiro, mostra cuidado e valorização e melhora o clima organizacional. Lembre-se de que o VA e o VR, quando bem aplicados, se tornam importantíssimas ferramentas de retenção.
Muitas empresas encontram um equilíbrio interessante ao disponibilizar VA + VR, permitindo que o colaborador organize sua rotina alimentar de forma mais flexível.
Para equipes diversas, o “ou” já virou “e” há muito tempo. E isso tem gerado bons resultados. Apesar do aumento no investimento, empresas que adotam a combinação costumam registrar:
A prática mais comum é distribuir o valor total de alimentação entre os dois benefícios, sem aumentar o orçamento.
Como vimos, quanto mais alinhado às necessidades reais do time, mais estratégico o benefício se torna. Mas como fazer isso na prática? Alguns critérios interessantes para utilizar e garantir uma boa análise da equipe incluem:
Pergunte (objetivamente):
Compare custos, aderência e satisfação. Simule três cenários: um só com VA, outro só com VR e, por fim, um com VA + VR.
As pessoas são a base da organização. E oferecer VA e VR é uma maneira de investir nelas. Isso se traduz em resultados diretos, como vimos ao longo do texto. Entre os principais, destacamos e (re)destacamos: =
Conheça os pacotes de benefícios e planos da Alelo acessando aqui.
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