Estagiários que dominam IA saem na frente no mercado de trabalho

Dominar ferramentas de IA no estágio pode acelerar processos de triagem, campanhas e análise financeira, algo que 45,7% dos RHs desejam. Veja mais!

Por que dominar IA faz diferença no estágio?

Vários cursos de graduação no Brasil exigem que o aluno passe por um período de estágio obrigatório. E em 2026, os estagiários que têm familiaridade com IA (Inteligência Artificial) saem na frente quando vão concorrer a uma vaga em alguma empresa. 

Ferramentas como os geradores de texto (ChatGPT, Perplexity, entre outros) ou análise de dados já são rotina para eles. O departamento de Recursos Humanos (RH) percebe, mas o impacto chega a outras áreas como o de marketing, finanças e até no próprio RH.​

O relatório geral Censo do RH 2025 revela que 45,7% dos profissionais desejam que os estagiários cheguem à empresa sabendo pelo menos um pouco sobre IA. Isso não é luxo, é o que acelera os projetos em qualquer área de uma instituição.​

Bora entender por que dominar ferramentas de IA coloca os estagiários em um patamar acima?

Uso de IA no Brasil

​Aproximadamente 40% das empresas brasileiras (cerca de 9 milhões) já utilizam IA no dia a dia. Esse é um dado revelado pelo estudo Desbloqueando o Potencial da IA no Brasil, encomendado pela Amazon Web Services (AWS) à Strand Partners. Esse número não inclui aquelas empresas que utilizaram IA uma ou duas vezes.

O mesmo estudo diz também que é expressivo o impacto da IA nas empresas brasileiras: “95% das organizações que já adotam a tecnologia registraram crescimento de receita, com aumento médio de 31%. Além disso, 85% esperam reduzir custos com IA, combinando crescimento com ganhos de eficiência operacional, e 89% dos líderes projetam aceleração de crescimento no próximo ano”.

Quando olhamos para as empresas do Brasil que já utilizam IA, 62% delas usam apenas a forma mais básica, principalmente para otimizar alguns processos. Outros 26% vão além de aplicações isoladas e integram a IA em várias funções do negócio, resultando em melhorias de eficiência e abordagens mais inovadoras para a experiência do cliente.

Por fim, somente 12% alcançaram o nível mais transformador e estão combinando múltiplas ferramentas ou modelos de IA para tarefas complexas e criando sistemas personalizados, que estão transformando suas operações de forma abrangente.

O relatório Censo do RH revela que 32% das pessoas que responderam à pesquisa veem esse conhecimento (IA) como um diferencial relevante. 14,5% consideram que será essencial no futuro e apenas 6,5% ainda não viram necessidade. 

Todos esses dados mostram que saber utilizar a IA tem se tornado uma habilidade cada vez mais indispensável. Boa parte dos estagiários já entendem isso.

Estagiários e o domínio da IA

Já foi a época em que o estagiário fazia apenas funções básicas e repetitivas. Hoje, ele tem responsabilidades cada vez mais complexas, ajudando na fluidez das demandas do dia a dia.

O estagiário que domina as ferramentas de IA não gasta mais horas em tarefas repetitivas e o tempo que “sobra”  ele pode usar em outras tarefas que exigem habilidades humanas. 

Ao pensarmos, por exemplo, no departamento de RH, o estagiário que sabe utilizar a IA é capaz de auxiliar nas triagens, estruturar descrições de vagas, organizar bancos de currículos e sugerir perguntas de entrevista com ajuda da IA. Muito bom, não é mesmo?

Já no marketing, o estagiário consegue testar variações de campanhas, adaptar linguagem por público e analisar o desempenho de conteúdos. Tudo com muito mais rapidez. E sabe por quê? Por saber utilizar a tecnologia para explorar cenários que o time mais experiente não teria tempo de simular sozinho.​

No departamento financeiro ou em áreas mais analíticas, o domínio de IA permite que estagiários montem painéis simples de indicadores, cruzem informações de diferentes fontes e sinalizem tendências de gasto ou de receita. Legal, né?

Em vez de apenas preencher relatórios, eles ajudam a enxergar padrões e hipóteses que orientam as decisões na empresa. Isso significa que o conhecimento deixa de ser só técnico e passa a ter efeito direto na rotina da equipe.

Viu só? É uma baita “mão na roda” entender e dominar as ferramentas de IA.

Contar com essa “nova geração” que já fala a linguagem da tecnologia deixa de ser tendência e vira um caminho natural para manter a operação mais ágil e preparada para o que vem pela frente.

 

8 ferramentas de IA essenciais para usar em 2026

Grammarly GO

Ela gera textos completos, ajusta o tom para relatórios profissionais e sugere reescritas para clareza. É perfeito para estagiários em RH polirem e-mails ou descrições de vagas. A ferramenta também verifica plágio em tempo real. 

 

Trello com Butler IA

A automação no Trello cria regras, move cards e agenda tarefas sem código. Integra Gemini via Zapier/Albato para sugestões preditivas em workflows.

Notion AI 3.0

Agentes autônomos executam tarefas multi-step: resume, gera documentos e gerencia databases com memória customizada. 

Google Gemini (ex-Assistant)

É um assistente multimodal no Workspace que resume e-mails, gera conteúdo e analisa dados em Sheets/Meet, integrando a agenda colaborativa.​

QuillBot Paraphraser Pro

Essa ferramenta reescreve textos preservando o significado original com diferentes modos de estilo, enriquece o vocabulário e sugere sinônimos e variações naturais.​

Otter.ai 2.0

Com ele, o estagiário será capaz de transcrever reuniões reais, gerar resumos com ações/timestamps e identificar os falantes. O Otter.ai 2.0 captura slides e integra calendário para envios automáticos.​

Perplexity AI Pro

Cita fontes, resume PDFs e compara sites. Na versão Pro faz pesquisas profundas ilimitadas com memória para contextos contínuos.​

Fireflies.ai

Grava e resume calls com transcrições, ações e integração de CRM. Faz captura slides/falantes e tem automação de follow-ups no pós-reunião.

Tudo isso facilita demais o dia a dia na empresa, né? ​Continue navegando no site da Alelo e assine nossa newsletter, Tudo RH, para ficar por dentro das novidades e dar aquela turbinada na sua empresa.

 

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