
Transformação digital no RH: como dados e IA podem mudar o futuro do trabalho
Entenda como a transformação digital está mudando o uso de dados e a forma de organizar o trabalho nas empresas.
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Fatores como flexibilidade e ampla aceitação devem ser levados em conta ao escolher um fornecedor de benefícios corporativos.

Escolher uma plataforma de benefícios corporativos apenas pela menor taxa administrativa nem sempre é o melhor caminho a ser tomado. Os fornecedores mais adequados geralmente combinam flexibilidade, ampla aceitação e uma boa experiência para o colaborador. Todos esses fatores precisam ser levados em conta pelo RH.
Segundo levantamento da Robert Half, 62,8% das organizações registraram aumento nos investimentos, com foco, sobretudo, na ampliação da oferta e na melhoria da qualidade dos benefícios para reter talentos e aumentar a competitividade no mercado.
Os dados mostram que o RH e o departamento financeiro das empresas precisam trabalhar juntos para garantir a eficiência e a sustentabilidade do negócio.
Mas será que escolher uma plataforma apenas pela menor taxa é realmente a decisão mais econômica? Nem sempre. Bora entender no texto a seguir como outros fatores podem influenciar na escolha de um fornecedor.
Na prática, um custo administrativo menor pode esconder despesas muito maiores ao longo do tempo. Por exemplo, se a plataforma for muito complexa de ser utilizada, o RH pode ter que gastar mais horas na gestão e com processos manuais.
Outro fator importante é a aceitação do benefício. Caso a rede que aceita o cartão seja pequena, isso pode provocar uma frustração no colaborador, queda na percepção de valor e consequentemente uma redução na adesão.
Em outras palavras, o menor custo inicial nem sempre representa o melhor retorno sobre o investimento.
Por isso, cada vez mais empresas têm ampliado os critérios de avaliação na hora de escolher uma plataforma de benefícios. O foco deixa de ser apenas "quanto custa contratar" e passa a incluir outra pergunta igualmente importante: “qual o valor que a solução entrega para empresa e colaboradores?”
É importante ressaltar que os benefícios corporativos não devem ser encarados apenas como uma despesa da empresa, mas sim como uma forma de investimento. Eles fazem parte da estratégia de atração e retenção de talentos.
Sem benefícios atraentes para os colaboradores, a equipe pode ficar mais propensa a aceitar propostas mais vantajosas de outros empregadores, aumentando o custo com turnover da empresa.
Já quando os benefícios corporativos são bem administrados, podem melhorar a experiência no ambiente de trabalho, a reputação da empresa como marca empregadora e simplificar processos internos.
Se a resposta não está apenas no preço, quais critérios fazem realmente a diferença? Confira a seguir alguns pontos que merecem atenção por parte do RH.
Uma boa plataforma de benefícios corporativos precisa conversar com os sistemas que a empresa já utiliza. Isso reduz lançamentos repetitivos, erros operacionais e retrabalho.
Além de aumentar a produtividade do RH, a integração também melhora a qualidade das informações.
O estudo Benefícios Corporativos 2025, realizado pela Robert Half, indica que 84% dos trabalhadores desejam escolher benefícios personalizados, porém, apenas 21% têm esta possibilidade hoje.
Esse comportamento reflete uma mudança no mercado de trabalho, em que hoje uma empresa pode reunir diferentes perfis de funcionários: presenciais, remotos e híbridos. Por isso, benefícios padronizados nem sempre conseguem atender todos da mesma forma.
Plataformas flexíveis permitem que a empresa adapte sua política de benefícios conforme a realidade de cada colaborador. Isso ajuda a fortalecer a reputação de marca empregadora da organização, além de atender necessidades específicas dentro da equipe.
Quando o assunto é orçamento, não basta apenas saber quanto custa a taxa administrativa. É essencial entender também como os recursos são distribuídos, quais categorias concentram mais gastos e acompanhar os indicadores financeiros.
Quando a plataforma oferece visibilidade sobre essas informações, isso traz maior previsibilidade financeira e permite que o RH tome decisões mais estratégicas.
Um dos objetivos dos benefícios corporativos é atender as necessidades e gerar valor percebido nos colaboradores, não é mesmo? Por isso é primordial observar a experiência dos funcionários com a plataforma.
Algumas perguntas ajudam nessa análise, como:
Pequenos detalhes podem fazer uma grande diferença para o colaborador e consequentemente, influenciar na adesão.
Os benefícios corporativos também são uma fonte de dados importante para qualquer RH. A plataforma deve permitir acompanhar informações sobre a utilização dos cartões, comportamento de consumo, tendências de uso e evolução dos custos.
Esses indicadores ajudam o RH a entender se os benefícios estão realmente atendendo às necessidades da equipe.
Quando surge um problema, é natural esperar que o fornecedor ofereça suporte. Porém, nem todos os fornecedores estão preparados para atender os seus clientes neste tipo de situação.
Esse cenário pode ser bem frustrante, não é? Por isso muitas empresas têm optado por parceiros que vão além do atendimento operacional.
O suporte consultivo consegue orientar o RH sobre as melhores práticas, novas soluções e tendências de mercado. Neste modelo, o fornecedor não é mais um prestador de serviço, mas sim um consultor que contribui com estratégias.
De forma geral, um fornecedor estratégico precisa ir além do básico. Ao analisar empresas de benefícios corporativos, o RH deve considerar se a proposta oferece visão de longo prazo, experiência do colaborador diferenciada e suporte consultivo.
Outro ponto central é que os colaboradores buscam liberdade de escolha. Neste cenário, a escolha por multibenefícios ganha cada vez mais relevância ao concentrar diferentes categorias em um único cartão ou plataforma.
Para completar, a digitalização deixou de ser um diferencial e passou a ser obrigatória. Aplicativos intuitivos, integração com folha de pagamento e pagamentos por aproximação são recursos essenciais.
Escolher uma plataforma de benefícios corporativos é uma decisão que envolve mais do que comparar diferentes taxas administrativas. Embora o custo seja importante, ele é apenas uma parte da equação.
Soluções flexíveis para diferentes perfis de colaboradores podem contribuir para a retenção de talentos. É o caso do Alelo Tudo, por exemplo, que reúne multibenefícios em um só cartão para promover uma experiência mais simples para o colaborador. A solução ainda separa um saldo específico para alimentação, farmácia, entretenimento e mobilidade.
No app da Alelo, o RH também tem acesso a relatórios e ferramentas que auxiliam na gestão. Ao acompanhar os indicadores disponíveis na plataforma, a empresa pode tomar decisões estratégicas, contribuindo ainda mais para a satisfação dos colaboradores.
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