
Sinal de alerta para pequenas empresas: turnover alto traz custos, atrapalha os resultados e afasta os talentos
Fator de preocupação, turnover acima da média traz custos, atrapalha os resultados e afasta os talentos das empresas menores.
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A implementação de benefícios corporativos exige planejamento do RH e análise das necessidades dos colaboradores.

A implementação de benefícios corporativos depende de um planejamento bem estruturado que inclua a viabilidade financeira, impactos orçamentários e prioridades no dia a dia dos colaboradores.
Se antes esse tipo de ação era uma forma de completar a remuneração, hoje ela faz parte da estratégia de qualquer empresa que deseja atrair talentos, fortalecer o engajamento e aumentar a retenção de profissionais.
Porém, não basta apenas contratar um fornecedor. É preciso que os benefícios gerem valor e atendam às necessidades da equipe. Segundo a pesquisa “Benefícios 2026” da Robert Half, 77% dos profissionais desejam alterações nos benefícios concedidos atualmente por não atenderem suas expectativas.
Além disso, a pesquisa revela que apenas 42% dos profissionais percebem que sua empresa oferece um pacote superior ao de outras organizações, indicando uma lacuna relevante na percepção de valor.
Quer saber como estruturar bem essa implementação e escolher o fornecedor certo? Então bora conferir no texto a seguir.
Os benefícios corporativos são vantagens, serviços ou recompensas (alguns opcionais e outros obrigatórios) oferecidos pelas empresas aos seus colaboradores juntamente com o salário, com o objetivo de promover o bem-estar.
Esses benefícios empresariais podem incluir os tradicionais vale-alimentação e vale-refeição, e até mesmo soluções mais personalizadas, voltadas para saúde mental, educação ou lazer.
Embora muitos desses benefícios sejam vistos como “extras”, alguns são previstos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). É o caso do vale-transporte, por exemplo.
A implementação dos benefícios corporativos começa pelo entendimento das necessidades do colaborador.
Imagine a seguinte situação: uma empresa investe em um pacote de benefícios, assina o contrato e entrega os cartões. Alguns meses depois, o RH percebe que boa parte dos profissionais nem sabe exatamente quais benefícios possui ou como utilizá-los.
O resultado? Baixo índice de utilização, colaboradores frustrados e percepção reduzida de valor oferecido pela empresa.
De acordo com Stéfane Lopes, do departamento de Remuneração, Benefícios e People Analytics (Gente & ASG) da Alelo, a conversa com os funcionários é que vai fornecer insumos para que a estratégia tomada seja assertiva.
“Primeiramente é preciso entender o público interno e quais são as prioridades da organização que se conectam com a cultura, além de considerar viabilidade financeira, impactos orçamentários e trabalhistas. Os benefícios precisam ser atrativos, mas também sustentáveis e coerentes com a proposta de valor ao colaborador”, explicou.
Todo bom projeto começa com planejamento. Após entender as necessidades dos colaboradores, é necessário avaliar também quais são os benefícios existentes atualmente na empresa e quais são os mais valorizados. Pesquisas internas, enquetes e conversas com lideranças ajudam a identificar expectativas e prioridades.
Antes da contratação também é importante entender o que a empresa espera alcançar com os benefícios corporativos. Por exemplo: aumentar a retenção de talentos, fortalecer a marca empregadora ou melhorar o clima organizacional.
Ter objetivos definidos facilita a escolha das soluções mais adequadas e permite avaliar resultados posteriormente.
“Uma política bem estruturada permite direcionar os investimentos para benefícios que realmente geram valor ao colaborador, o que contribui diretamente na atração e retenção de talentos. Além de fortalecer a imagem da empresa no mercado, tornando-a um lugar mais desejado para se trabalhar”, completou Stéfane.
“Uma política bem estruturada permite direcionar os investimentos para benefícios que realmente geram valor ao colaborador, o que contribui diretamente na atração e retenção de talentos. Além de fortalecer a imagem da empresa no mercado, tornando-a um lugar mais desejado para se trabalhar”, completou Stéfane.
Com os objetivos definidos e as preferências dos colaboradores identificadas, chega a hora de um dos momentos mais importantes: selecionar o parceiro que irá fornecer os benefícios.
De forma geral, muitas empresas costumam levar em conta apenas os custos da implementação. Porém, Stéfane ressaltou a importância de analisar outros critérios antes de uma definição.
“Além do custo, o fornecedor deve ter estrutura para atender o porte da empresa e a quantidade de colaboradores, garantindo uma boa experiência para quem utiliza o benefício. Como os colaboradores são os principais clientes do RH, um serviço de qualidade é essencial”, comentou.
Outro ponto citado por Stéfane foi a busca por parceiros que tenham valores alinhados aos da empresa e um bom histórico de atuação no mercado, com cases e resultados positivos em outras organizações.
Depois que o fornecedor foi definido e o contrato assinado, muitas empresas acreditam que o trabalho acabou. Porém, ele está apenas começando. O próximo passo consiste em organizar uma estratégia de comunicação para os colaboradores.
O lançamento dos benefícios pode ser feito com uma apresentação, mas também pode ser reforçado com comunicados internos, materiais explicativos, vídeos curtos e a criação de um canal para esclarecimento de dúvidas.
Sempre que possível, o RH pode explicar onde cada benefício pode ser utilizado, como consultar o saldo, como funciona o aplicativo e quais regras precisam ser observadas.
O último passo da implementação é acompanhar a adesão dos colaboradores. Acompanhar a taxa de utilização ajuda a compreender a relevância dos benefícios corporativos para a equipe.
Além de monitorar indicadores, o acompanhamento também está na escuta. Por isso, pesquisas de satisfação e conversas com os colaboradores são importantes para entender a percepção da equipe.
Caso haja algum tipo de insatisfação, é possível verificar a possibilidade de fazer alterações. Segundo Stéfane, para realizar qualquer ajuste, é importante acompanhar as práticas de mercado, e considerar feedbacks de quem está utilizando, seja através de pesquisas de satisfação ou conversas informais com colaboradores e lideranças.
“Na Alelo, essas decisões são baseadas na nossa Matriz de Valor, inspirada na Pirâmide de Maslow e construída a partir da percepção dos colaboradores sobre a importância de cada benefício. Os benefícios são classificados como alto, médio ou baixo valor. Por isso, antes de qualquer alteração, avaliamos sua posição na matriz para entender os possíveis impactos e, principalmente, a influência na permanência do colaborador na companhia”, comentou.
Implementar benefícios corporativos vai muito além da contratação de um fornecedor. Trata-se de um processo que envolve planejamento, conhecimento sobre o perfil dos colaboradores, comunicação eficiente e acompanhamento constante.
A Alelo reúne soluções para empresas de diferentes portes, com benefícios que vão de alimentação e refeição a transporte e mobilidade, ajudando organizações a estruturar uma estratégia de benefícios mais eficiente e alinhada às necessidades de seus colaboradores.
1. O que são benefícios corporativos?
São vantagens oferecidas pelas empresas aos colaboradores além do salário, com o objetivo de promover bem-estar e melhorar a experiência no trabalho. Eles podem incluir benefícios obrigatórios, previstos em lei, e benefícios opcionais, definidos pela empresa.
2. Como escolher os benefícios mais adequados para os colaboradores?
O primeiro passo é entender as necessidades e expectativas da equipe por meio de pesquisas, enquetes e conversas com as lideranças. Dessa forma, a empresa consegue direcionar os investimentos para benefícios que realmente façam sentido para seus profissionais.
3. O que avaliar na escolha de um fornecedor de benefícios?
Além do custo, é importante considerar a qualidade da experiência oferecida aos colaboradores, a capacidade de atendimento, a tecnologia disponível e a reputação do fornecedor. Também vale verificar se as soluções estão alinhadas aos objetivos e à cultura da empresa.
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