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A popularização da Inteligência Artificial diz com todas as letras: o futuro já chegou! Nas empresas, a transformação digital da IA também já é uma realidade, e na equipe de Recursos Humanos isso não é diferente, com a utilização dessa ferramenta em processos de recrutamento e seleção, na gestão de talentos e em tarefas consideradas mais burocráticas. E que tal colocar a tecnologia a favor da promoção da acessibilidade no ambiente de trabalho? Da mesma maneira que uma calçada esburacada ou uma rampa muito inclinada atrapalham a locomoção de pessoas com deficiência (PcDs), uma plataforma digital que não leva em […]

A popularização da Inteligência Artificial diz com todas as letras: o futuro já chegou! Nas empresas, a transformação digital da IA também já é uma realidade, e na equipe de Recursos Humanos isso não é diferente, com a utilização dessa ferramenta em processos de recrutamento e seleção, na gestão de talentos e em tarefas consideradas mais burocráticas.
E que tal colocar a tecnologia a favor da promoção da acessibilidade no ambiente de trabalho?
Da mesma maneira que uma calçada esburacada ou uma rampa muito inclinada atrapalham a locomoção de pessoas com deficiência (PcDs), uma plataforma digital que não leva em conta algumas particularidades prejudica essas pessoas no desempenho do trabalho de maneira plena.
Por isso, a Inteligência Artificial também deve se apresentar como um facilitador real na integração dos colaboradores das empresas por meio da acessibilidade, com a organização de ambientes e a implementação de soluções que deixem as tarefas mais acessíveis.
Bora entender mais o papel do RH nesse processo?
Do inglês Artificial Intelligence, da sigla A.I., a Inteligência Artificial é a ciência de fabricar programas de computadores ou máquinas que simulem a inteligência e o raciocínio, dois processos mentais humanos.
Com essa capacidade, as máquinas ganham habilidades para aprender, compreender e definir quais caminhos seguir diante de determinadas situações, do mesmo modo que agiria um ser humano.
O impacto do uso da IA é significativo na área, colocando em vantagem quem faz uso dessa tecnologia para melhorar a gestão de pessoas e processos.
E ela já é uma realidade em diversas empresas. Uma pesquisa feita pela TIC Empresas, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.Br), revelou que 37% das empresas grandes e 22% das pequenas já utilizam IA no dia a dia para um conjunto de tarefas.
Entre as demandas que estão sendo colocadas a cargo da IA pelo RH estão:
Enquanto a Inteligência Artificial ajuda o RH em tarefas mais burocráticas, a equipe e os demais colaboradores podem dedicar-se mais à estratégia e à criatividade dentro da empresa. Além disso, o departamento consegue:

Promover a inclusão dentro das empresas é importantíssimo não somente para os indivíduos, mas também para o processo de produção, uma vez que, em março de 2024, o eSocial indicou que 545,9 mil pessoas com deficiência trabalham no Brasil, ou seja, 26,6% das pessoas com deficiência estão empregadas.
Mesmo sendo um número significativo, ainda há muito a se fazer. E não há dúvidas que essa dificuldade de incluir indivíduos com algum tipo de deficiência no mercado – mesmo com a Lei de Cotas para garantir isso – se deve a problemas de acessibilidade, algo que precisa ser mudado de maneira urgente .
Por isso, a Inteligência Artificial deve ser aplicada para conseguir facilitar alguns processos, como:
Assistentes virtuais e chatbots podem ser programados para responder a perguntas frequentes de colaboradores, fornecendo informações básicas sobre ferramentas disponíveis e processos internos.
Outra ferramenta interessante nesse sentido são aquelas que fazem a transcrição de voz em texto para colaboradores com dificuldades auditivas, o que permite assim a participação em reuniões e conferências de maneira mais efetiva.
A instalação de leitores de tela inteligentes dá maior precisão na leitura de textos em ferramentas digitais, com a transformação do conteúdo visual em áudio, por exemplo, beneficiando colaboradores com deficiência visual.
Também na esfera da leitura, há ferramentas que dão suporte a colaboradores com dislexia ou outras dificuldades de escrita, o que permite a produção de textos mais claros e com menos problemas gramaticais.
A compreensão da língua brasileira de sinais (Libras), pelos outros colaboradores, pode receber um empurrão por parte da IA. Já é possível a criação de avatares que interpretam textos ou falas em linguagem de sinais, ajudando colaboradores com deficiência auditiva.
Ajustar digitalmente as configurações como tamanho de fontes, contraste de tela e volume também é uma possibilidade de uso da IA.
Há, ainda, ferramentas que deixam o ambiente virtual acessível e eficiente a colaboradores com diferentes tipos de deficiência, como mouses de computador adaptados.
Equipamentos assistivos auxiliam na mobilidade de colaboradores com deficiência física, com limitações motoras e com idade avançada.
Existem vários modelos de aparelhos assistivos, que variam em função de necessidades específicas. Entre os equipamentos estão exoesqueletos, braços robóticos, cadeiras de rodas digitais, andadores digitais, entre outros.
A dificuldade de movimentação por limitações específicas atrapalha que o indivíduo faça tarefas usuais, como acionar o interruptor ou manusear o controle do ar-condicionado.
Para ajudar nesse contexto, sensores podem ser instalados para ajustar automaticamente a iluminação, a temperatura e outros fatores do ambiente de trabalho.
Essas ações também podem ser favorecidas com o uso dos chamados dispositivos vestíveis, como smartwatches e pulseiras inteligentes.
Entre os grupos de afinidade da Alelo, o Pertencer é aquele voltado a inclusão da pessoa com deficiência (PcD) na empresa, com incentivo à cultura colaborativa, empática, equitativa e acessível, eliminando barreiras.

Conheça aqui a história do alelover Jonatas Silva Ribeiro, Analista de sistemas e líder do grupo de afinidades PcDs da Alelo.
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