
Benefícios flexíveis: guia completo para empresas que querem atrair e reter talentos
Descubra o que são benefícios flexíveis, como funcionam, o que diz a lei e como a Alelo simplifica essa gestão no dia a dia do RH.
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RH pode garantir a nutrição dos colaboradores por meio de benefícios como vale-alimentação e vale-refeição.

A forma como os colaboradores se alimentam nunca foi tão estratégica, sendo um fator que interfere diretamente na produtividade. Em um cenário marcado por mudanças climáticas e cadeias de suprimentos frágeis, a nutrição se tornou um tema central para os RHs.
Segundo o estudo “Reimaginando a resiliência do sistema alimentar global”, da KPMG, a alimentação é um dos pilares mais críticos para a estabilidade social, econômica e ambiental no planeta.
Quando os riscos no sistema alimentar atingem as empresas, as consequências envolvem queda de produtividade, aumento de afastamentos e redução de engajamento.
Para o RH, isso traz uma nova responsabilidade, com o investimento em nutrição não sendo apenas um benefício, mas uma base que sustenta a performance das equipes.
Quer entender um pouco mais sobre a relação entre resiliência alimentar e mundo corporativo? Bora conferir no texto a seguir!
A resiliência alimentar é a capacidade de um sistema garantir o acesso contínuo a alimentos de qualidade, mesmo diante de crises.
No contexto das empresas, a resiliência alimentar também passa pela garantia de uma nutrição adequada aos colaboradores. Segundo uma pesquisa da Harvard School of Public Health, a alimentação saudável aumenta em até 25% a produtividade dos funcionários.
A Organização Mundial da Saúde também associa boa nutrição à redução de doenças crônicas e afastamentos. Já a Organização Internacional do Trabalho estima perdas de até 10% na produtividade em locais onde predominam hábitos alimentares inadequados.
Por conta disso, a nutrição vai muito além de um benefício, sendo um investimento no futuro da empresa e das pessoas.
A pesquisa da KPMG aponta três grandes fontes de risco para a nutrição dos colaboradores. As mudanças climáticas, por exemplo, impactam diretamente a produção de alimentos. Eventos como secas e enchentes afetam sua disponibilidade e, consequentemente, o custo de vida dos consumidores.
A pandemia de Covid-19 também deixou claro que as cadeias globais podem ser interrompidas rapidamente. Quando isso ocorre, há escassez e aumento nos preços, a alimentação do colaborador se torna menos equilibrada e isso afeta a sua capacidade produtiva.
Outro ponto levantado pela KPMG é o aumento da obesidade. Segundo o Ministério da Saúde, a condição cresceu em 118% no Brasil entre 2006 e 2024. Esse dado revela que, em alguns casos, o problema não é o acesso aos alimentos, mas sim a qualidade da nutrição.
O estudo da KPMG contou com respostas de mais de 200 líderes globais de setores como agricultura, tecnologia, saúde e finanças. Eles elegeram algumas alavancas para garantir a nutrição e a resiliência alimentar. Entre elas estão:
Diante de todas as vulnerabilidades citadas, que podem afetar a alimentação dos colaboradores, o RH desempenha um papel essencial na construção de uma estratégia de nutrição.
Por meio de benefícios estruturados, o RH pode atuar como um “agente de segurança alimentar” dentro das organizações, assegurando que o colaborador tenha condições reais de manter uma alimentação adequada.
Iniciativas de educação alimentar, campanhas internas e comunicação clara também ajudam a estimular hábitos mais equilibrados. Com isso, a alimentação deixa de ser um tema isolado e passa a fazer parte de uma visão mais ampla de saúde e qualidade de vida do colaborador.
Os benefícios desempenham um papel importante na nutrição, mas é fundamental que o RH acompanhe indicadores para conhecer qual é, de fato, o poder de compra dos colaboradores.
A Alelo, em conjunto com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), realiza mensalmente a pesquisa Panorama de Benefícios Brasil, com indicadores sobre o uso do vale-refeição e vale-alimentação.
Em dezembro de 2025, o valor médio do benefício alimentação era suficiente para arcar com 59,7% do valor médio de uma cesta básica de referência.
Comparativamente, o valor médio do benefício refeição correspondeu a 41,2% do valor total das 22 refeições (parâmetro de referência para cálculo do benefício mensal pago aos trabalhadores formais), percentual que exibiu uma leve alta em 12 meses (+0,5 ponto percentual).
Como resultado desse cálculo, o valor médio do benefício refeição era suficiente para custear cerca de 9 refeições em dezembro — ou aproximadamente uma refeição por dia útil durante quase duas semanas de trabalho.
Os números fornecem uma base para que o RH trabalhe de forma estratégica os benefícios de vale-alimentação e vale-refeição, garantindo uma nutrição saudável para os colaboradores.
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1 - Qual o papel do RH na nutrição dos colaboradores?
Por meio de benefícios estruturados, como vale-alimentação e vale-refeição, o RH pode apoiar o colaborador a ter uma nutrição balanceada. Campanhas de conscientização na empresa também podem gerar impactos positivos.
2 - Por que a nutrição dos colaboradores é importante para as empresas?
Uma nutrição balanceada garante um aumento de até 25% na produtividade dos colaboradores, além de reduzir o número de afastamentos.
3 - Quais são as principais vulnerabilidades no sistema alimentar?
Eventos como secas e enchentes afetam a disponibilidade de alimentos e, consequentemente, o custo de vida dos colaboradores. Outro ponto de vulnerabilidade é a obesidade, que evidencia que nem sempre o problema é a falta de alimentos, mas sim a forma de consumir.
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