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Para empresas e colaboradores, respeitar as pausas é fundamental para maior produtividade e melhor desempenho profissional. Veja mais no blog da Alelo!
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Para empresas e colaboradores, respeitar as pausas é fundamental para maior produtividade e melhor desempenho profissional.

A chegada do fim de semana, o tão famoso “sextou”, depois de dias de produtividade, é sempre aguardada com muita expectativa e planos. Enquanto alguns preferem sair para se divertir, outros optam pelo descanso e pela tranquilidade de casa.
O cansaço acumulado ao longo da semana de trabalho, quando mal gerido e sem momentos de pausa e descanso, tem o potencial de desencadear problemas físicos e mentais, como a exaustão profissional, conhecida como Síndrome de Burnout.
Essa situação ressalta a importância dos dias de folga e do equilíbrio entre a vida pessoal e profissional para o bem-estar e a saúde do trabalhador, interferindo diretamente em seu desempenho e produtividade.
Por isso, empregadores e gestores de RH devem incluir e promover na cultura corporativa a conscientização sobre o descanso semanal, e como ele impacta a vida corporativa, promovendo um ambiente mais saudável e eficiente para seus colaboradores.
Bora lá?
Usado principalmente por trabalhadores da escala 5x2 ao final da jornada de sexta-feira, o famoso e muito aguardado “sextou” já há algum tempo se tornou um dos maiores símbolos na rotina de trabalho atual, funcionando como uma maneira de comemorar a chegada do fim de semana após cinco dias consecutivos de trabalho.
Mesmo que seja levado com leveza e mencionado em momentos de descontração, o “sextou” também revela aspectos essenciais da cultura corporativa, refletindo o equilíbrio na coexistência entre vida pessoal e profissional.
Em culturas corporativas saudáveis, o entusiasmo pela sexta-feira não deve vir acompanhado de exaustão, mas sim da sensação de dever cumprido. O contrário, quando o fim de semana é recebido apenas como fuga do trabalho, pode indicar excesso de pressão, falta de propósito e baixo engajamento profissional.
É muito importante que as empresas repensem frequentemente seu papel diante disso, e incentivem a desconexão e a adoção de hobbies, criem ambientes mais humanos e apliquem políticas de flexibilidade, colaborando assim para o bem-estar de seus colaboradores.
Pequenas práticas que aproximam o lazer da rotina profissional, como happy hours após o expediente, pausas coletivas (como o recesso de fim de ano), dress code (código de vestimenta) mais livre às sextas e a redução da carga horária nesse dia, também funcionam como válvulas de escape para os trabalhadores.
Para empresas que operam na escala 5x2, a pausa de dois dias no fim de semana é obrigatória e segue as diretrizes da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Essa pausa, após dias consecutivos de trabalho, é fundamental para a saúde física e mental do trabalhador.
Um estudo feito no Reino Unido e publicado em 2019 pela Universidade de Essex, encontrou associação entre trabalhar muitos finais de semana ou trabalhar muitas horas (55 horas ou mais por semana) com maior probabilidade de sintomas depressivos.
Proporcionando muito mais que alívio da rotina de trabalho, a pausa permite ao trabalhador restabelecer energia física, emocional e cognitiva, prevenindo o esgotamento e reduzindo o estresse, o que tende a melhorar a satisfação, a criatividade e o foco no trabalho.
Para as empresas, ter um trabalhador descansado e satisfeito significa redução de faltas, menor rotatividade e menos afastamentos, especialmente por motivos médicos.
Juntamente, o respeito à pausa demonstra maturidade organizacional, ao construir ambientes mais saudáveis, engajados e produtivos.
As escalas de trabalho influenciam diretamente a produtividade e o bem-estar dos colaboradores. Modelos como 5x2, 5x1 e 6x1 são regulamentados pela CLT, garantindo regras claras sobre carga horária, remuneração e banco de horas.
Já a escala 24x7, comum em empresas que operam continuamente, divide os funcionários em turnos de até seis horas, assegurando pausas e um dia de descanso semanal.
Além disso, existe o profissional workaholic, que está sempre disponível e não consegue se desconectar do trabalho nem nos momentos de pausa. Esse comportamento faz com que o trabalhador se sinta culpado ou ansioso quando não está trabalhando.
Embora o esforço e o comprometimento sejam valorizados no meio corporativo, o trabalho excessivo pode prejudicar a saúde do trabalhador, como doenças ocupacionais como estresse e Burnout.
As empresas, por meio dos gestores e equipe de RH, podem ajudar profissionais workaholics estabelecendo limites claros de jornada e evitando a sobrecarga. Além dessas, as ações devem incluir:
● Promover uma cultura que valorize resultados, não horas trabalhadas;
● Oferecer apoio psicológico e programas de bem-estar;
● Evitar sobrecarga e cobranças fora do expediente;
● Treinar gestores para identificar e lidar com sinais de excesso de trabalho;
● Promover atividades físicas, mindfulness e pausas ativa;
● Monitorar horas extras e evitar que o colaborador ultrapasse o limite legal.
Quando as empresas assumem um papel ativo no equilíbrio entre vida pessoal e profissional, contribuem diretamente para o bem-estar e a produtividade de seus colaboradores.
Ao incluir em sua cultura organizacional ações que aproximam o lazer da rotina corporativa, respeitar as pausas de descanso aos fins de semana e auxiliar profissionais workaholics a se sentirem menos sobrecarregados, essas empresas reduzem o estresse e o risco de esgotamento de seus trabalhadores.
Dessa maneira, é desenvolvida uma relação mais humana e engajada, na qual trabalho e vida pessoal coexistem de forma saudável, fortalecendo a satisfação no ambiente corporativo.
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