
Sinal de alerta para pequenas empresas: turnover alto traz custos, atrapalha os resultados e afasta os talentos
Fator de preocupação, turnover acima da média traz custos, atrapalha os resultados e afasta os talentos das empresas menores.
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Pesquisas mostram que uma alimentação adequada pode aumentar de 20 a 25% a produtividade dos colaboradores. Saiba mais com a Alelo!

Seu time está desanimado? O colaborador parece sem energia ou sem engajamento? Se a resposta for sim, vale considerar um fator muitas vezes negligenciado: a alimentação.
Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), os hábitos alimentares têm relação direta com a produtividade, influenciando desde a capacidade de concentração até os índices de absenteísmo nas empresas.
Uma pesquisa da Onlinecurrículo de 2024, realizada com 500 brasileiros, mostrou que 57% dos trabalhadores priorizam refeições práticas e rápidas durante a jornada, como sanduíches (30%), salgados assados (27%), frituras (18%) e doces (18%).
Embora funcionais no curto prazo, essas escolhas impactam diretamente a saúde, os níveis de energia e o rendimento ao longo do dia. Ainda segundo o levantamento, apenas 63% dos entrevistados afirmam manter uma alimentação balanceada.
Para o setor de Recursos Humanos (RH), esses números acendem um alerta: a comida, muitas vezes tratada como questão individual, tem efeitos coletivos claros sobre produtividade, bem-estar e clima organizacional. Já parou para refletir sobre esse impacto?
Pensando nisso, preparamos um conteúdo completo para que seu RH seja cada vez mais estratégico, considerando todo o contexto do colaborador a fim de reter talentos, engajar a equipe e garantir produtividade e bem-estar.
Vamos nessa?
Parece que não, mas o ambiente corporativo exerce forte influência sobre as escolhas alimentares: a praticidade, a influência das companhias, a desorganização e até mesmo a alimentação como “recompensa” pelo estresse.
É exatamente isso que mostra a pesquisa da Onlinecurrículo, que identificou os principais fatores que levam os trabalhadores a optarem por refeições menos saudáveis durante o expediente.
De acordo com os dados da pesquisa, os fatores são:
Estudos internacionais reforçam a relação entre alimentação e rendimento de forma bastante consistente.
Pesquisas da Harvard School of Public Health, por exemplo, identificaram ganhos de até 25% na produtividade entre trabalhadores que mantêm uma alimentação saudável.
Outro dado relevante vem de um estudo da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, que analisou o comportamento de 20 mil trabalhadores. O resultado apontou que pessoas com hábitos alimentares ruins são 66% mais propensas a apresentar queda de rendimento quando comparadas àquelas que seguem uma dieta equilibrada.
Enquanto isso, a Organização Internacional do Trabalho estima perdas de até 10% na produtividade em ambientes onde predominam hábitos alimentares inadequados. Ainda, a Organização Mundial da Saúde (OMS) associa uma boa nutrição à redução de doenças crônicas, menor número de afastamentos e melhor desempenho cognitivo.
Em vista de todos esses dados, parece claro o impacto da alimentação no ambiente corporativo, não é mesmo?
Além do desempenho individual, manter hábitos alimentares saudáveis influencia diretamente a saúde mental no trabalho.
Longos períodos sem se alimentar, excesso de cafeína ou consumo frequente de ultraprocessados estão associados a oscilações de humor, aumento da irritabilidade, queda de foco e até mesmo da memória, além de uma sensação constante de cansaço (comida é energia!).
Para o RH, esses efeitos aparecem constantemente no dia a dia como conflitos interpessoais, dificuldade de engajamento, aumento do turnover e desgaste do clima organizacional. Ou seja, não dá para negligenciar!
Um RH estratégico entende que produtividade não se constrói apenas com metas e cobrança, mas com condições para que as pessoas performem bem - e que começa, também, na alimentação.
Garantir auxílios que ajudem seu colaborador a manter hábitos alimentares saudáveis deixa de ser um benefício acessório e passa a integrar as políticas de bem-estar, saúde e experiência do colaborador.
Mas como fazer isso? Em um primeiro momento, é fundamental compreender a realidade da sua empresa e dos seus profissionais. Algumas perguntas-chave para iniciar a resolução são:
Empresas que ignoram o impacto da comida no trabalho tendem a lidar apenas com os sintomas: baixa produtividade, absenteísmo e desmotivação. Já aquelas que encaram a alimentação como parte da estratégia de gestão de pessoas demonstram maior maturidade organizacional.
No estágio de reconhecimento do problema, a pergunta central para o RH não é apenas “qual benefício oferecer?”, mas sim “o ambiente de trabalho favorece ou dificulta escolhas que sustentam saúde, energia e desempenho?”, alinhando essa realidade aos benefícios oferecidos pela organização.
Diante dos impactos comprovados da alimentação na saúde, no bem-estar e na produtividade, os benefícios corporativos voltados à alimentação seguem como essenciais na esteira de auxílios.
Vale-alimentação, vale-refeição ou modelos de benefícios flexíveis funcionam como ferramentas concretas para apoiar escolhas mais equilibradas no dia a dia de trabalho, respeitando diferentes rotinas, perfis e contextos dos colaboradores.
Ao garantir acesso contínuo à alimentação, esses benefícios contribuem para reduzir improvisos, longos períodos em jejum e a dependência excessiva de lanches rápidos, fatores frequentemente associados à queda de energia e de concentração ao longo da jornada.
Atualmente, as soluções mais flexíveis ampliam a autonomia do colaborador, um aspecto cada vez mais valorizado na experiência de trabalho. Dessa forma, o profissional pode se organizar para decidir quando preparar sua própria refeição ou quando optar por um restaurante.
Para o RH, essa abordagem que garante autonomia se traduz em ganhos relevantes: apoio à saúde física e mental, prevenção de afastamentos, fortalecimento do engajamento e construção de um ambiente organizacional mais sustentável.
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