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Na 2ª temporada da série televisiva Ruptura, lições sobre alienação, saúde mental e ética podem ser extraídas pelo RH. Saiba mais com a Alelo!

Divulgação/Apple TV+
Criada por Dan Erickson e produzida pela Apple TV, a série de sucesso “Ruptura” (Severance), no ar desde 2022, estreou sua 2ª temporada em janeiro de 2025, trazendo lições que provocam reflexões profundas sobre o mundo corporativo atual.
Conhecida por retratar o ambiente da Lumon Industries a partir de uma separação radical entre vida pessoal e profissional, Ruptura simboliza a desumanização do trabalho.
A trama faz uma crítica ao controle excessivo da empresa, à cultura da produtividade sem propósito e à negligência com a saúde mental, funcionando como um alerta para o RH sobre os limites éticos das organizações atuais.
A 2ª temporada, em especial, retrata o ambiente de trabalho como ainda mais opressivo.
Bora entender mais sobre a série, seus efeitos no mundo corporativo e as lições que o RH pode tirar das situações apresentadas!
Trazendo o lado sombrio do ambiente corporativo, Ruptura trata de assuntos como alienação, controle psicológico e vigilância, satirizando a cultura de trabalho moderno e seus excessos.
A série acompanha uma equipe de trabalhadores liderada por Mark S. (Adam Scott), enquanto tentam descobrir a verdade sobre a empresa para a qual trabalham.
A trama central gira em torno de uma tecnologia que separa cirurgicamente as memórias pessoais das profissionais, questionando os limites entre a vida profissional e pessoal.
A série levanta questões sobre até onde uma empresa pode ir pelo lucro e controle, refletindo debates sobre ética e impacto na saúde mental do colaborador.
Confira algumas lições que podem ser tiradas da 2ª temporada de Ruptura:
A série mostra profissionais que não conseguem conectar suas vidas pessoais com o trabalho, porque suas memórias são separadas pelo procedimento de “severance”, criando um estado de alienação.
Lição: Para promover o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, líderes e gestores de RH devem incentivar os colaboradores a respeitarem seus limites, definindo pausas e sabendo dizer “não” quando necessário.
Essas ações evitam a sobrecarga e, consequentemente, aumentam a motivação e a produtividade do colaborador.
A alienação gera desmotivação, confusão e frustração. A série mostra que quando o trabalho é desconectado do propósito e do reconhecimento humano, o colaborador se torna quase invisível para si mesmo e para os outros.
Em Ruptura, a produtividade sem significado e as recompensas superficiais desmotivam os personagens, que realizam tarefas repetitivas sem compreender seu verdadeiro propósito.
Lição: Para evitar colaboradores desmotivados, o RH deve conectar metas organizacionais ao propósito do trabalho, reconhecer conquistas e promover a cultura de feedback.
Ruptura mostra os efeitos negativos de ambientes controlados e alienantes.
Principalmente em meio ao crescimento de doenças relacionadas ao trabalho, como o burnout, que, segundo a Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), afeta cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros, discutir e aplicar medidas preventivas torna-se fundamental.
Lição: Para evitar o burnout e outras condições ocupacionais, e contribuir para o bem-estar do colaborador, a empresa deve investir em programas de suporte psicológico e criar espaços de diálogo sobre saúde mental.
Ruptura levanta questionamentos sobre até onde uma empresa pode ir em nome da eficiência, gerando debates sobre ética organizacional.
Lição: As empresas devem constantemente definir e reforçar os limites éticos organizacionais, protegendo seus colaboradores e a reputação da empresa.
Os funcionários da Lumon Industries vivem em segredo e confusão, gerando medo e desconfiança, chamando a atenção para os efeitos que uma liderança omissa e sem transparência pode gerar.
Lição: A liderança deve manter sempre a clareza sobre processos, objetivos e decisões da empresa, fortalecendo a confiança interna.
Mesmo que o ambiente corporativo em Ruptura (em suas duas temporadas) seja mostrado de maneira exagerada e com distopia, as lições tiradas podem ajudar as empresas a criar um cenário de trabalho mais saudável.
A desmotivação, a falta de equilíbrio entre vida profissional e pessoal e os cuidados com a saúde mental são questões que as empresas precisam levar a sério.
Ainda que não vivenciadas na mesma intensidade da série, são desafios que devem ser discutidos e tratados pelo RH, promovendo um ambiente de trabalho mais humano.
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