
Ter diploma universitário ainda faz diferença na carreira?
Diploma universitário pode abrir as portas para cargos de liderança e, consequentemente, resultar em aumento de remuneração.
Meu Alelo
Portal Meu AleloPara estabelecimento
Portal Meu ECPara RH
Alelo Alimentação, Alelo Refeição, Alelo Multibenefícios, Alelo Natal e Alelo Cultura
A cena é batida e até mesmo alvo de piada entre profissionais do RH: o candidato a uma vaga que responde “perfeccionismo” à pergunta “qual o seu maior defeito?”. Embora essa resposta nem sempre seja dada de forma sincera (e por isso, as piadas), essa característica pode realmente ser uma fonte de problemas, tanto para o profissional em questão, quanto para as pessoas ao seu redor. O perfeccionismo, ou a busca pela perfeição, não significa um trabalho melhor, e se você tem orgulho de dizer que é perfeccionista, valoriza e cobra isso da sua equipe, é melhor repensar seu comportamento. […]

A cena é batida e até mesmo alvo de piada entre profissionais do RH: o candidato a uma vaga que responde “perfeccionismo” à pergunta “qual o seu maior defeito?”. Embora essa resposta nem sempre seja dada de forma sincera (e por isso, as piadas), essa característica pode realmente ser uma fonte de problemas, tanto para o profissional em questão, quanto para as pessoas ao seu redor.
O perfeccionismo, ou a busca pela perfeição, não significa um trabalho melhor, e se você tem orgulho de dizer que é perfeccionista, valoriza e cobra isso da sua equipe, é melhor repensar seu comportamento.
Feito é melhor do que perfeito
É sempre importante lembrar que o “perfeito” não existe, e a busca por algo impossível de alcançar apenas gera frustração e cansaço. Além de elevar os níveis de cobrança, o perfeccionismo também leva as pessoas a compararem os resultados possíveis com aqueles que apenas podem ser imaginados.
Diante disso, aumentam-se os riscos de problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão.
Mas o perfeccionismo também pode levar à perda de produtividade e de eficiência, já que a tentativa de atingir padrões inatingíveis torna praticamente tudo inviável. O trabalho nunca está bom, e é sempre necessário alterar ou acrescentar algo.
Nessa espiral de exigências, a tarefa nunca é concluída ou entregue no prazo, gerando exatamente o efeito contrário àquele que o perfeccionista esperava atingir.
Se o perfeccionismo parte dos gestores sobre suas equipes, os riscos também são altos. O ambiente de trabalho se torna pesado, e o time também irá sofrer consequências psicológicas por conta da impossibilidade de agradar ao chefe e atingir os objetivos impostos.
Como mudar o cenário?
Se você consegue identificar essas características em você, é possível adotar algumas medidas para tentar reverter esse cenário. Um primeiro passo é fortalecer sua confiança, conscientizando-se de sua capacidade de atingir resultados positivos, mesmo que imperfeitos.
Nesse sentido, busque também valorizar sua capacidade de execução do trabalho e aceitar a imperfeição. Não adote metas impossíveis, pois elas acabam apenas reforçando a sensação de que você não é capaz de realizá-las, o que, por sua vez, gera frustração e todas as consequências já descritas anteriormente.
Também evite cobrar perfeição de quem está próximo a você. Busque colocar-se no lugar dos outros e entender que cada pessoa tem sua forma de trabalhar e agir. Caso uma crítica seja inevitável, busque fazê-la de forma construtiva e sem humilhar ninguém.
Caso necessário, procure também a ajuda de um profissional, como terapeutas e psi, para entender as raízes do problema e as melhores formas de modificá-lo.
Por fim, lembre-se que perfeccionismo não se confunde com excelência, e que erros ou imperfeições não diminuem sua competência, mas geram oportunidades de aprendizado.
Clique nas estrelas para dar sua nota:
Nenhuma avaliação até agora.
Seja a primeira pessoa a avaliar!