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Falar sobre diversidade de gênero e diversidade sexual no ambiente de trabalho é uma forma eficaz de provocar reflexões e questionamentos que ajudam no combate ao preconceito e à discriminação. Um pequeno, porém importante passo na direção da igualdade social. Um estudo da McKinsey (2020) considerou questões de gênero, raça/etnia e orientação sexual para avaliar as relações entre a diversidade das empresas, a saúde organizacional e a performance financeira. A pesquisa mostrou que as empresas que adotam práticas de diversidade, tendem a superar outras em inovação, colaboração e liderança. Pensando nisso, e na urgência deste assunto, o Blog da Alelo […]

Falar sobre diversidade de gênero e diversidade sexual no ambiente de trabalho é uma forma eficaz de provocar reflexões e questionamentos que ajudam no combate ao preconceito e à discriminação. Um pequeno, porém importante passo na direção da igualdade social.
Um estudo da McKinsey (2020) considerou questões de gênero, raça/etnia e orientação sexual para avaliar as relações entre a diversidade das empresas, a saúde organizacional e a performance financeira. A pesquisa mostrou que as empresas que adotam práticas de diversidade, tendem a superar outras em inovação, colaboração e liderança.
Pensando nisso, e na urgência deste assunto, o Blog da Alelo preparou este conteúdo com dicas de ações internas que podem fazer a diferença no dia a dia de muitas pessoas.
Vamos nessa?
Promover diversidade de gênero nas empresas significa garantir ambientes seguros para que todas as pessoas – cisgênero e transgênero, binárias e não binárias, intersexos e gêneros fluidos – convivam de maneira harmoniosa.
E mais do que oferecer oportunidades de emprego, promover a diversidade de gênero de modo ativo é também garantir salários iguais e compatíveis aos cargos.
Contudo, a desigualdade de gênero ainda é uma realidade no mercado de trabalho.
Um levantamento da consultoria IDados, com base nos dados do IBGE, mostrou que as mulheres ganharam 19,70% a menos do que os homens no final de 2020, diferença que aumentou no 4º trimestre de 2021, quando a média chegou a 20,50% de desigualdade salarial.
Já um estudo feito pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), publicado em 2020, mostrou que apenas 4% das mulheres transgênero possuem emprego formal.
Inclusive, dia 29 de janeiro é o dia da Visibilidade de Pessoas Travestis e Transexuais. Uma data que marca a luta por direitos e o reconhecimento de identidades. Pauta que deve permear todas as esferas da sociedade, principalmente o mercado de trabalho.
Afinal, conforme as pesquisas mostram, é urgente que as empresas priorizarem um ambiente plural, com ações afirmativas e políticas internas que visem o combate à discriminação.
Adote o tema nos códigos de ética e conduta de sua empresa. Ressalte que a companhia é aberta à diversidade, que discute as melhores práticas de inclusão e bem-estar de pessoas LGBTQIA+ no trabalho e que não tolera atos de discriminação e homofobia.
Busque realizar palestras e treinamentos com todos os colaboradores, e principalmente com os gestores, para conscientizá-los sobre os problemas enfrentados por pessoas LGBTQIA+ no ambiente de trabalho, assim como sobre as melhores formas de agir em casos de discriminação.
Essa medida é fundamental para garantir que os colaboradores possam registrar desvios relacionados à diversidade, como atos de LGBTfobia, e indica o compromisso com a promoção de um ambiente de segurança psicológica, permitindo que os funcionários se sintam acolhidos e respeitados pela empresa.
Benefícios como licenças parentais estendidas (maternidade e paternidade), berçário ou inclusão do cônjuge no plano de saúde, devem ser concedidos a todos os colaboradores, independentemente do gênero ou orientação sexual.
Os comitês funcionam como grupos nos quais funcionários possam se voluntariar para debater questões relacionadas à diversidade e às melhores práticas de inclusão e bem-estar. Pode funcionar como uma “rede de apoio” para que todos compartilhem experiências e dicas.
Mas, atenção: as discussões que ocorrem no comitê não devem ficar apenas entre seus membros. É necessário também divulgá-las aos demais funcionários e manter as portas abertas para novos participantes.
Na Alelo existem os Grupos de Afinidade. Com o objetivo de fomentar a troca de experiências e a criação de ações voltadas à inclusão, os colaboradores se reúnem conforme a temática do seu interesse.
Como destaca Leandro Marques da Silva, CX Analitycs Sr na Alelo e representante do Grupo de Afinidade LGBTQIA+: “A Alelo não apenas respeita a diversidade, como também promove ações de inclusão que visam trazer mais conhecimento sobre os temas a todos os colaboradores”. Ele acrescenta:

“O lema ‘liberdade para ser quem sou’ é de fato seguido e levado muito a sério aqui, dando espaço e voz para falarmos de assuntos importantes. Inclusive esse é um dos grandes objetivos do grupo de afinidade – promover mais conscientização sobre temas que nem todos conhecem. […] Todo dia aprendemos algo novo sobre um grupo de diversidade”.
Claro que este é só um passo em direção à igualdade, que deve extrapolar as fronteiras do escritório. Afinal, segundo o Leandro, o trabalho do grupo de afinidade é como se fosse uma semente, que precisa ser regada com conhecimento para que floresça não apenas no ambiente corporativo, mas também na sociedade.
Leandro ressalta: “Acredito muito que para construirmos um mundo com mais respeito, equidade e inclusão, dependemos de pequenas ações de cada um de nós. Então entrei no grupo de Afinidade para entender como eu poderia contribuir para tornar a Alelo, a Veloe e a Pede Pronto em um ambiente ainda mais respeitoso e diverso”.
Portanto, pautar, constantemente, a importância da diversidade, equidade e inclusão (DEI) é essencial para ter uma cultura organizacional que não reforça preconceitos.
Invista em ações, debates e conversas para um ambiente mais justo, ético e humano. 🙂
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