
Quais são os indicadores que todo empresário deveria analisar no seu negócio?
Funil de vendas, ciclo de caixa e lucro líquido são alguns dos principais indicadores no mundo do empreendedorismo.
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Imagem Ilustrativa | Foto: iStock
Sabe quando você vai a um restaurante e acha que faltou aquela opção que não leva carne? Pois é, a galera que escolheu o vegetarianismo como estilo de vida está crescendo muito no país e virou uma parcela importante do público que precisamos prestar atenção.
Uma pesquisa feita pelo IBOPE e divulgada pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), feita em 142 municípios de todas as regiões, mostra que 14% dos brasileiros com 16 anos ou mais já se declaram vegetarianos. Isso significa cerca de 30 milhões de pessoas que passaram a optar por uma alimentação sem carne. É muita gente, hein?
Sabe o que mais o estudo revelou? Que esse crescimento acontece em todos os lugares, desde as capitais até as cidades do interior, com gente de todas as idades e classes sociais.
A pesquisa diz ainda que muito mais brasileiros estão atentos às consequências do consumo de carne para a saúde, para o meio ambiente e para o bem-estar animal.
E o que tudo isso tem a ver com o seu restaurante? Isso quer dizer que oferecer pratos sem carne deixa de ser uma questão de opção e passa a ser uma oportunidade de atender um público que não para de crescer.
Bora entender melhor sobre o assunto!
O vegetarianismo passou a fazer parte da rotina de milhões de brasileiros. E essa mudança de hábito gera um impacto direto no mercado de alimentação feita fora do lar.
Quando um público tão grande e diversificado começa a buscar opções sem carne, os restaurantes que não oferecem alternativas podem estar perdendo os clientes e, consequentemente, oportunidades de crescimento.
Por isso, ter um cardápio que inclui pratos vegetarianos é atender a um desejo e uma necessidade crescente do consumidor atual, diversificando a oferta e aumentando a frequência de visitas, ganhando destaque frente aos concorrentes que mantêm menus engessados.
A Sociedade Vegetariana Brasileira diz que um dos perfis mais conhecidos e mais flexíveis é o ovolactovegetariano, que não consome carnes, mas ainda inclui ovos, leite e produtos derivados desses alimentos. Bora entender cada tipo?
Já quem segue o lactovegetarianismo evita carnes e ovos, mas consome leite e seus derivados.
Outro grupo é o ovovegetariano, que não ingere carne nem leite, mas mantém os ovos no cardápio.
Existe ainda o vegetarianismo estrito, que elimina completamente todos os produtos de origem animal, incluindo ovos e leite.
Próximo a esse, está o veganismo, que vai além da alimentação restrita e também rejeita qualquer produto testado em animais, buscando excluir qualquer forma de exploração animal em diversos aspectos do consumo.
Além desses, há a alimentação plant based, que foca no consumo exclusivo de alimentos de origem vegetal, especialmente os naturais e integrais, evitando alimentos industrializados e refinados.
Dentro dessa tendência, existe também o flexitarianismo, uma prática mais flexível que incentiva a redução do consumo de produtos animais, priorizando o consumo de vegetais, podendo incluir dias específicos sem nenhum alimento de origem animal ou a troca gradual por opções vegetais.
Recadinho importante! Certos ingredientes podem causar confusão para quem segue uma dieta vegetariana. Produtos como colágeno, gelatina, manteiga ghee e corantes naturais provenientes de insetos, que são de origem animal, devem ser evitados pelos vegetarianos. O mel, por sua vez, não é consumido por veganos, embora seja aceito por alguns vegetarianos.
Agora que a gente já te explicou os tipos de vegetarianismo, ficou mais fácil saber o que colocar no cardápio e deixar ele mais personalizado, né?
Se você pensava que era só tirar a carne do prato, já sabe que não é apenas isso. Tem que ter receitas equilibradas, saborosas e que agradem tanto os vegetarianos quanto aqueles que querem reduzir o consumo de carne sem abrir mão do prazer à mesa.
E sabe o que faz toda a diferença nisso? Utilizar ingredientes frescos, aproveitar os alimentos da estação e explorar combinações criativas.
Também é preciso planejar o custo desses pratos para manter a saúde financeira do negócio. Muitas vezes, os ingredientes vegetais são mais econômicos e, com um bom manejo, podem resultar em pratos mais rentáveis e mais atraentes.
Lembre-se que saúde, sustentabilidade e inovação podem aproximar o restaurante de um público cada vez mais fiel.
Um cardápio que “abraça” o vegetarianismo pode reforçar a imagem do seu restaurante como um estabelecimento moderno, atento às tendências e às demandas do mercado.
É essa percepção que vai ajudar a construir sua marca, gerando avaliações positivas, recomendação e fidelização do cliente.
O atendimento a diferentes necessidades alimentares, incluindo os vegetarianos, amplia o potencial de público. E para um restaurante, quanto mais opções no cardápio, mais público, mais vendas, mais lucros.
Claro que sim! Com poucas opções vegetarianas, porém quando bem escolhidas e testadas, é possível entender a aceitação do público e fazer ajustes conforme o feedback dos clientes.
Outro ponto bem importante para o sucesso nas vendas é treinar a equipe para explicar os pratos e os benefícios dessas opções. Dessa forma, seu estabelecimento comercial vai se destacar diante do concorrente.
Incluir opções vegetarianas no cardápio do seu restaurante ou da lanchonete é uma estratégia que faz sentido para o presente e futuro do setor. É acompanhar o que o consumidor quer e precisa, ampliando o alcance do seu negócio.
Quer dar um passo além? Baixe o nosso e-book “Guia prático para o seu negócio: como criar um atendimento excepcional” para ajudar a transformar a experiência do seu cliente em cada detalhe.
Essa é a chance de conquistar um público crescente e deixar seu restaurante sempre à frente.
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