Pesquisa da Alelo traça perfil financeiro dos trabalhadores de Belo Horizonte

Estudo realizado em parceria com o IBOPE CONECTA mapeou o comportamento de trabalhadores – empregados e desempregados – em Belo Horizonte

 

São Paulo, 21 de março de 2018 – Buscando conhecer cada vez mais o comportamento e hábitos dos trabalhadores brasileiros – empregados e desempregados - diante dos altos e baixos da economia do País, a Alelo, bandeira especializada em benefícios e gestão de despesas corporativas, em parceria com o IBOPE CONECTA, realizou a Pesquisa Alelo Hábitos Financeiros dos Brasileiros. O estudo inédito  foi realizado em 11 capitais brasileiras e no interior dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro e mapeou o impacto nos orçamentos e as soluções encontradas por milhares de trabalhadores.

 

A pesquisa ouviu 2.810 pessoas das classes ABC, sendo 45% homens e 55% mulheres, entre 18 e 65 anos e residentes de 11 capitais brasileiras, havendo 7% da amostra em Belo Horizonte. Entre os entrevistados de todo o Brasil, 77% estão empregados, 18% desempregados e 5% são estudantes.

 

Mercado de trabalho

 

A pesquisa apontou que 26% dos trabalhadores de Belo Horizonte trocaram de emprego nos últimos 12 meses. A grande maioria (74%) não mudou de emprego durante esse período. Destes, metade (50%) foi promovido ou recebeu algum aumento salarial.

 

Dos 26% que trocaram de emprego, 43% encontraram um emprego melhor (acima da média nacional de 38%), 30% foram demitidos, 8% abriram seus próprios negócios e 11% mudaram de carreira.

 

Mais da metade (59%) dos trabalhadores que mudou de emprego também conseguiu um salário maior (acima da média nacional de 54%), 16% afirmam que o salário se manteve o mesmo (abaixo da média nacional de 24%) e 24% dos entrevistados tiveram redução salarial ao trocar de emprego.

 

Benefícios que recebem

 

24% dos entrevistados em Belo Horizonte que estão empregados, afirmam não receber nenhum benefício. Entre os que recebem, o vale-transporte é o mais recebido (53%), seguido de vale-alimentação (45%) e plano de saúde (43%). O vale-refeição é recebido por 27% dos entrevistados, enquanto o plano odontológico soma 23% dos respondentes. Apenas 8% afirmam receber PPR/Bônus, 3% vale-combustível, 6% auxílio creche, 6% cartão para adiantamento salarial e 2% auxílio educação.

 

Para 17% dos trabalhadores mineiros que recebem vale-alimentação, o benefício representa de 90% a 100% da despesa mensal com supermercado.

 

Pausas para almoço

 

75% dos respondentes de Belo Horizonte afirmam que as pausas para almoço continuam iguais, enquanto apenas 4% têm pausas mais frequentes. Já para 21%, estão menores – destes, 47% relacionam o aumento da demanda de trabalho como principal motivo do tempo mais curto para o almoço (abaixo da média nacional de 52%), 57% atribuem à equipe mais enxuta (acima da média nacional de 38%) e 10% diminuíram o tempo de almoço para economizar dinheiro (abaixo da média nacional de 18%).

 

Ainda sobre o uso do tempo durante o intervalo para almoço, 30% dos trabalhadores utilizam o horário apenas para fazer refeições (abaixo da média nacional de 35%). O restante dos entrevistados aproveita de outras maneiras: 38% vão ao banco/pagar contas, 22% estudam, 29% fazem compras (acima da média nacional de 20%), 6% vão ao médico, 3% a manicure/pedicure e 3% frequentam a academia.

 

Plano B em caso de demissão

 

Como um plano B, 23% dos trabalhadores de Belo Horizonte já mantêm atividade de renda extra e 10% possuem outra fonte de renda além do salário (aluguel, rendimento, pensão). 23% dos entrevistados têm uma reserva de dinheiro, 19% afirmam que podem contar com alguém da família e 27% pensam em trabalhar como freelancer ou autônomo caso percam o emprego. Destes, 54% seguiriam prestando serviços em sua profissão (acima da média nacional de 44%), 5% passariam a vender marmitas/comida (abaixo da média nacional de 10%), 23% passariam a vender bolos/doces, 18% seriam motoristas de aplicativos de carona, como Uber, 99POP e Cabify, 23% afirmam que dariam aula particular (acima da média nacional de 18%), 18% venderiam artesanato e 23% fariam bicos de serviços para casa (acima da média nacional de 15%). Porém, 33% afirmam não ter nenhum plano B em caso de desemprego.

 

Desempregados

 

Entre os 33 profissionais desempregados em Belo Horizonte, 15% estão fora do mercado de trabalho há mais de 6 meses (abaixo da média nacional de 22%) e 45% há mais de 1 ano. Dos trabalhadores atualmente desempregados, 70% foram demitidos do último emprego (acima da média nacional de 61%). Ainda entre os desempregados, 18% afirmam ter pedido demissão porque estavam infelizes no último emprego.

 

Busca por emprego

 

Os benefícios oferecidos são os principais fatores levados em consideração pelos trabalhadores mineiros que estão em busca de uma vaga (42% - acima da média nacional de 30%). O segundo fator mais importante, de acordo com a pesquisa, é o salário (33% - abaixo da média nacional de 41%), seguido pela distância de casa (18%) e reputação da empresa (6%).

 

Cenário econômico

 

Segundo a Pesquisa Alelo Hábitos Financeiros dos Trabalhadores Brasileiros, o contexto econômico impactou financeiramente 85% dos brasileiros. Na cidade de Belo Horizonte, 70% tiveram que cortar despesas. Dentre eles, a maioria (61%) passou a consumir marcas mais baratas e a sair para comer fora com menos frequência (56% -número abaixo da média nacional de 61%). 52% deixaram de viajar; 45% abriram mão de hobbies; 46% passaram a comparar preços antes de fazer compras; 39% passaram a ir em mercados mais baratos e que oferecem mais promoções (abaixo da média nacional de 45%); 39% pararam de comprar produtos dispensáveis; 36% passaram a comprar marcas próprias dos supermercados (acima da média nacional de 28%), 19% substituíram medicamentos de marca por genéricos (abaixo da média nacional de 27%); 23% mudaram o plano de celular para um mais barato e 18% passaram a usar o transporte público com mais frequência.

 

A maioria dos entrevistados (44%) não teve que cortar gastos para comprar medicamentos (acima da média nacional de 37%), porém 26% tiveram que usar o dinheiro que estavam economizando e 20% cortaram gastos de lazer para conseguir comprar remédios (abaixo da média nacional de 27%). A maioria dos mineiros (67%) não buscou métodos alternativos de tratamento para economizar com remédios.

 

O cenário econômico diminuiu a frequência com que as famílias faziam as compras de mercado: 59% costumavam ir toda semana (acima da média nacional de 38%), hoje o número caiu para 10%; 5% costumavam ir uma vez por mês (abaixo da média nacional de 19%), agora o número está em 13%; 23% não tinham frequência certa, fazendo compras de reposição quando necessário. Este número cresceu para 49% (acima da média nacional de 40%).

 

Gastos escolares

 

Dentre os pais da cidade de Belo Horizonte que tiveram dificuldades com os gastos escolares dos filhos: 35% afirmaram ter dificuldade em comprar material escolar; 8% tiveram que mudar para uma escola mais barata (abaixo da média nacional de 13%); 14% tiveram que cortar atividades físicas (balé, futebol, natação) e extracurriculares (inglês, reforço). Contudo, 51% não tiveram dificuldade com os gastos de educação dos filhos.

 

Dos 35% que apresentaram problemas para comprar o material escolar, 14% reaproveitaram o material utilizado por filhos de amigos/familiares e 6% compraram em sebos.

 

Gestão do orçamento familiar

 

Cerca de 82% dos brasileiros costumam fazer a gestão do orçamento familiar – a maioria (62%) faz há mais de um ano. Em Belo Horizonte, 47% dos trabalhadores sempre fazem essa gestão, 31% fazem de vez em quando (abaixo da média nacional de 36%) e 22% não fazem.

 

Dentre os entrevistados da classe A, 25% não ultrapassam o limite que definiram; 59% ultrapassam às vezes (acima da média nacional de 54%); 7% sempre ultrapassam e 8 % não definem o limite de gastos.

 

Quanto ao formato que utilizam para fazer os cálculos, 47% dos mineiros usam uma planilha (acima da média nacional de 40%) e 44% fazem a gestão do orçamento no papel (abaixo da média nacional de 52%). Apenas 9% dos entrevistados utilizam aplicativos.

 

Comparação de preços

 

Na comparação por preços mais em conta, 60% dos mineiros afirmam que vão em diversas lojas antes de fazer uma compra, enquanto 58% usam sites comparativos de preços (acima da média nacional de 53%) e 49% entram nos sites das lojas que pretendem comprar; 34% buscam em sites de promoções e folhetos; apenas 3% não comparam preços.

 

Esta é a primeira edição da Pesquisa Alelo Hábitos Financeiros dos Trabalhadores Brasileiros. O levantamento chega para complementar uma série de pesquisas já publicadas pela companhia. Em 2016 a Alelo lançou a Pesquisa Mobilidade Alelo e em 2015 e 2014 divulgou a Pesquisa Alelo Hábitos Alimentares do Trabalhador Brasileiro.

 

Sobre a pesquisa

 

A Pesquisa Alelo Hábitos Financeiros dos Brasileiros ouviu 2.810 pessoas das classes ABC, sendo 45% homens e 55% mulheres, com idade de 18 a 65 anos e residentes em 11 localidades do Brasil – São Paulo (região metropolitana e interior), Rio de Janeiro (região metropolitana e interior), Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, Recife e Salvador. Entre os entrevistados, 77% estão empregados, 18% desempregados e 5% são estudantes

 

Sobre a Alelo

 

A Alelo é uma bandeira especializada em benefícios para os segmentos de alimentação, cultura, transporte e saúde. Com mais de quatorze anos de história, é, desde 2013, líder no setor de benefícios pelo Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) do Ministério do Trabalho e Emprego. A Alelo conta com a confiança de 100 mil empresas-clientes, 8 milhões de usuários e com a maior rede de estabelecimentos comerciais afiliados do Brasil. Entre os produtos e serviços oferecidos, estão Alelo RefeiçãoAlelo AlimentaçãoAlelo NatalAlelo ProntoAlelo CulturaAlelo AutoAlelo Vale-TransporteAlelo Flex Car e cartões pré-pagos Alelo DespesasAlelo Pagamentos e Alelo Premiação.


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FSB Comunicação

Larissa Normande - 11 3165-9596 / 99370-2761 – 

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